Contemplando as ações de comunicação social foi distribuído material informativo junto a população local, para contar sobre a retomadas das obras de instalação e os programas ambientais desenvolvidos na CGH Limoeiro. Nas imagens a seguir pode-se ver a entrega de cartilhas realizada no mês de setembro 2021, o material informativo foi distribuído na comunidade local que fica nas proximidades do local de instalação.
segunda-feira, 1 de novembro de 2021
segunda-feira, 18 de outubro de 2021
Programa de monitoramento da qualidade da água
Dando continuidade ao programa de monitoramento da qualidade da água, a equipe de supervisão ambiental da MF Consultoria Ambiental, fez-se coletas de amostras, que são enviadas para análise laboratorial, afim de aferir a qualidade da água e verificar interferências em função da instalação da CGH. Como padrão de monitoramento as coletas foram realizadas nos seguintes pontos, reservatório, trecho de vazão reduzida, jusante da casa de força.
Na imagens a seguir pode-se observar alguns trabalhos realizados de coleta e os respectivos pontos.
Campanha de junho de 2021
Campanha de setembro de 2021
segunda-feira, 5 de julho de 2021
Importância das áreas de preservação permanente
A vegetação das APPs desempenha os importantes papéis ecológicos de proteger e manter os recursos hídricos, de conservar a diversidade de espécies de plantas e animais, e de controlar a erosão do solo e os consequentes assoreamento e poluição dos cursos d’água.
Além de preservar os recursos hídricos, as matas preservadas
nas APPs funcionam também como corredores para os animais e plantas,
interligando os diversos fragmentos de vegetação natural. Esses corredores são
essenciais para que os animais se movam e se reproduzam, carregando pólen e
sementes, o que é fundamental para que também as plantas cresçam em diferentes
regiões.
Devido a importância da preservação dessas áreas, está previsto no decorrer das instalação da CGH Limoeiro o adensamento e implantação da APP que será realizada ao longo do reservatório, estando no escopo do licenciamento ambiental.
Nas imagem a seguir, pode-se observar a APP da área do reservatório com vista da ponte sobre o rio.
segunda-feira, 12 de abril de 2021
PROGRAMA DE COMUNIÇÃO SOCIAL E EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Além do blog, um dos veículos usados para divulgar informações sobre o empreendimento, é a distribuição de informativos a população local, com dados sobre as ações realizadas no programas ambientais, e informações sobre as atividades construtivas.
Nas imagens a seguir pode-se ver a entrega de cartilhas realizada no dia 30 e 31 de março de 2021, o material informativo foi distribuído na comunidade de Salto Saudades que fica nas proximidades do local de instalação.
quarta-feira, 31 de março de 2021
PROGRAMA DE MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA
Este
programa prevê identificação e mitigação, de possíveis impactos, gerados pelas
atividades de construção na qualidade da água e seus respectivos usos
preponderantes.
Durante
a campanha de monitoramento da equipe de supervisão ambiental da MF Consultoria
Ambiental, fez-se coletas de amostras, para análise laboratorial, além de
coleta de dados e parâmetros de campo (pH, oxigênio dissolvido, temperatura,
condutividade e transparência) com equipamentos específicos. As coletas foram
realizadas nos seguintes pontos, reservatório, trecho de vazão reduzida, jusante
da casa de força.
Na
imagens a seguir pode-se observar alguns trabalhos realizados de coleta e os
respectivos pontos.
Campanha de junho de 2020
quinta-feira, 3 de dezembro de 2020
PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
Os Resíduos Sólidos são classificados como materiais resultantes de processo de produção, transformação, utilização ou consumo, oriundos de atividades humanas, de animais ou resultantes de fenômenos naturais, cuja destinação deverá ser sanitária e ambientalmente adequada.
Resíduos
de Construção Civil – RCCs são
provenientes de construções, reformas, reparos e demolições de obras de
construção civil e os resultantes da preparação e da escavação de terrenos,
tais como: tijolos, blocos cerâmicos, concreto em geral, solos, rochas, metais,
resinas, colas, tintas, madeiras e compensados, forros, argamassa, gesso,
telhas, pavimento asfáltico, vidros, plásticos, tubulações, fiação elétrica,
dentre outros, comumente chamados de entulhos de obras, caliça ou metralha.
A Preservação
de Resíduos é um procedimento operacional que tem por finalidade
viabilizar a reutilização ou reciclagem futura de resíduos triados e dispostos
segregadamente. O aterro de Resíduos de Construção Civil e de Resíduos Inertes
é a área onde serão empregadas técnicas de deposição de resíduos da construção civil Classe A e/ou resíduos inertes
no solo, visando à reservação de materiais segregados de forma a possibilitar o
uso futuro dos materiais e/ou futura utilização da área, utilizando princípios
de engenharia para confiná-los ao menor volume possível sem causar danos à
saúde e ao meio ambiente.
A redução ato
de diminuir de quantidade, tanto quanto possível, em volume ou peso, os resíduos
sólidos oriundos das atividades da construção civil.
A segregação consiste
na triagem dos resíduos da construção civil no local de origem ou em locais
licenciados para essa atividade.
A reutilização é
processo de reaplicação de um resíduo sem a sua transformação.
A reciclagem é
o processo de reaproveitamento de um resíduo, após ter sido submetido à
transformação. Essa transformação viabiliza que o resíduo passe a ser um
produto novamente comercializável.
Estocagem é o nome dado ao armazenamento dos resíduos em local
adequado, de forma controlada e sem risco à saúde pública e ao meio ambiente.
Destinação
Final ou Disposição Final é o conjunto de atividades que objetiva dar o destino final adequado ao resíduo, com ou sem beneficiamento, sem
causar danos ao meio ambiente e à saúde pública.
Transporte é a transferência física dos resíduos coletados até
uma unidade de tratamento ou destinação final, mediante o uso de veículos
apropriados. Agregado reciclado tipo de material granular proveniente do
beneficiamento de resíduos de construção que apresentem técnicas para aplicação
em obras de edificação, de infraestrutura, em aterros sanitários ou outras
obras de engenharia.
Os
geradores são pessoas físicas ou jurídicas responsáveis
por atividades ou empreendimentos que gerem resíduos da construção civil, de
acordo com a classificação estabelecida na Resolução Conama 307/2002.
Área de Triagem e Transbordo –
ATT: estabelecimento privado ou público destinado ao recebimento de resíduos da
construção civil e resíduos volumosos gerados e coletados por agentes privados,
usado para triagem dos resíduos recebidos, eventual transformação e posterior
remoção para destinação adequada.
Gerenciamento de Resíduos é
um sistema de gestão que visa a reduzir, reutilizar ou reciclar resíduos,
incluindo planejamento, responsabilidades, práticas, procedimentos e recursos
para desenvolver e implementar as ações necessárias ao cumprimento das etapas
previstas em programas e planos.
Plano de Gerenciamento de
Resíduos da Construção Civil – PGRCC é documento que consolida e
sintetiza as ações necessárias para estabelecimento da gestão integrada de
resíduos, contemplando os aspectos sanitários, ambientais e econômicos.
Usina de Reciclagem de
Entulho – URE é a unidade industrial que transforma o entulho em
agregados para serem reutilizados.
Gestão integrada de resíduos
sólidos: conjunto de ações voltadas para a busca de soluções para os
resíduos sólidos, de forma a considerar as dimensões política, econômica,
ambiental, cultural e social, com controle social e sob a premissa do
desenvolvimento sustentável.
Por sua vez, durante a fase de
implantação do Gerenciamento de Resíduos Sólidos do Canteiro de Obras à correta
segregação dos resíduos sólidos produzidos e seu adequado acondicionamento,
visando facilitar o processo de destinação final.
Os resíduos sólidos gerados são
controlados seguindo os princípios da Redução da geração, da Reutilização e da
Reciclagem (3Rs).
CLASSE DE RESÍDUOS
A Associação Brasileira de Normas
Técnicas, por meio da NBR 10.004/2004, classifica os resíduos quanto aos riscos
potenciais ao meio ambiente e à saúde pública, indicando quais devem ter
manuseio e destinação mais rigorosamente controlados. De acordo com a Resolução
Conama 307/2002 os resíduos de construção civil são classificados em:
Ø Resíduos
Classe I: perigosos
Ø Resíduos Classe II: não perigosos
Ø Resíduos Classe II A: não inertes
Ø Resíduos Classe II B: inertes
Os resíduos da construção civil
pertencem à Classe II B – inertes. Porém, devido ao caráter específico de cada
obra e à composição dos materiais, podem ser gerados nos canteiros de obras
resíduos que se enquadrem igualmente nas Classes I e II A, perigosos e não
inertes, respectivamente. Existem quatro classes de resíduos da construção
civil determinadas pelas Resoluções Conama 307/2002 e 348/2004, sendo eles:
Resíduo Classe I - São
resíduos reutilizáveis ou recicláveis como agregados como por exemplo areia,
bloco de concreto celular, bloco de concreto comum, concreto armado, concreto
endurecido, material de escavação aproveitável, cerâmica, louça, pedras em
geral e argamassa endurecida, restos de alimentos, solo orgânico ou vegetação,
telha, bloco ou tijolo cerâmico.
Resíduo Classe II – São
Resíduos recicláveis para outras destinações, por exemplo aço de construção,
alumínio, arame, asfalto a quente, cabo de aço, fio ou cabo de cobre, madeira
compensada, madeira, perfis metálicos ou metalon, carpete, PVC, plástico
contaminado com argamassa, plástico (conduítes), pregos, resíduos cerâmicos,
vidros, saco de papelão contaminado com cimento ou argamassa, madeira cerrada,
mangote de vibrador, sobra de demolição de blocos de concreto com
argamassa.
Resíduos Classe II A – São
Resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações
economicamente viáveis que permitam sua reciclagem/recuperação exemplo: gesso,
gesso acartonado, manta asfáltica, manta de lã de vidro, laminado melamínico
(fórmica), peças de fibra de nylon (piscina, banheiro).
Resíduos Classe II B – São
Resíduos perigosos, tais como tintas, solventes, óleos e outros ou aqueles
contaminados ou prejudiciais à saúde, oriundos de demolições, reformas e
reparos de clínicas radiológicas, instalações industriais e outros exemplo
amianto, solvente e lataria contaminada, peças em fibrocimento, efluente, lodo
e licor de limpeza de fossa rolo, pincel, trincha (contaminadores), tinta à
base de água, tinta à base de solvente.
Os dispositivos de armazenamento
mais utilizados na atualidade são as bombonas, bags, baias e caçambas
estacionárias, que deverão ser devidamente sinalizados informando o tipo de
resíduo que cada um acondiciona visando a organização da obra e preservação da
qualidade do RCC.
As bombonas são
recipientes plásticos, geralmente na cor azul, com capacidade de 50L que servem
principalmente para depósito inicial de restos de madeira, sacaria de
embalagens plásticas, aparas tubulações, sacos e caixas de embalagens de
papelão, papéis de escritório, restos de ferro, aço, fiação, arames etc.
As bags se
constituem em sacos de ráfia com quatro alças e com capacidade aproximada de
1m³. As bags geralmente são utilizadas para armazenamento de serragem, EPS
(isopor), restos de uniformes, botas, tecidos, panos e trapos, plásticos,
embalagens de papelão etc.
Baias são depósitos
fixos, geralmente construídos em madeira, em diversas dimensões que se adaptam
às necessidades de espaço. São mais utilizadas para depósito de restos de
madeira, ferro, aço, arames, EPS, serragem etc.
As caçambas estacionárias são
recipientes metálicos com capacidade de 3 a 5m³ empregadas no acondicionamento
final de blocos de concreto e cerâmico, argamassa, telhas cerâmicas, madeiras,
placas de gesso, solo e etc.
O transporte interno dos RCC entre
o acondicionamento inicial e final geralmente é feito por carrinhos de mão ou
giricos, elevadores de carga, gruas e guinchos, ficando a cargo do empreendedor
a melhor opção conforme volume de geração e tipo de resíduo.
Se necessário o transporte dos
resíduos será realizado por empresa terceirizada separadamente de acordo com
cada classe ou tipo de resíduo gerado, e de acordo com as normas técnicas
vigentes para o transporte de resíduos.
A coleta e remoção dos resíduos do
canteiro de obras deverá ser controlados através do preenchimento de uma ficha
de controle, tipo e quantidade de resíduos, dados do transportador e dados do
local de destinação final dos resíduos.
O gerador deve guardar uma via
deste documento assinado pelo transportador e destinatário dos resíduos, pois
será sua garantia de que destinou adequadamente seus resíduos. Este controle
servirá também para a sistematização das informações da geração de resíduos da
sua obra.
sexta-feira, 2 de outubro de 2020
Programa de Monitoramento de Fauna
Executar o Monitoramento da Fauna da área de influência direta da CGH Limoeiro com a finalidade de conhecer diversidade local (diagnóstico) e compor relatórios periódicos durante o período de construção do empreendimento.
Desenvolvendo igualmente o prognóstico dos possíveis impactos decorrentes da implantação do empreendimento, bem como a descrição das medidas mitigadoras passíveis de implantação.
Segue abaixo fotos feitas durante o monitoramento de avifauna, mastofauna e herpetofauna:quarta-feira, 30 de setembro de 2020
MONITORAMENTO DA ICTIOFAUNA
Segundo Pough et al. (1999), sessenta e nove por cento da
superfície terrestre está coberta por água doce ou salgada, sendo a maior parte
dessa água formadora dos grandes corpos oceânicos, e a menor porção dela (cerca
de 0,01%) formadora dos sistemas fluviais e lacustres existentes no planeta.
Pough et al. (1999), ainda coloca que as águas límnicas são de
uma riqueza biológica extraordinária, sendo os rios e lagos hábitats complexos
com histórias relativamente curtas na escala tempo geológico, mas com tempo de
existência suficientemente longo para que os processos evolutivos ocorram em
tais drenagens isoladas.
A água doce comporta um total surpreendentemente alto, cerca
de 8.500 espécies (mais de 40%), a maioria nos vastos sistemas de rios e lagos
tropicais (Cohen apud Lowe – McConnell, 1999).
De acordo com Vari e Malabarba (1998) a fauna de peixes de
água doce da América do Sul é uma das mais diversificadas e complexas,
existindo inúmeras lacunas no seu conhecimento biológico.
A grande extensão
territorial de suas bacias hidrográficas, aliada à idade geológica da região,
propiciou um grande processo de irradiação evolutiva, baseada numa grande
diversidade de hábitats e nichos ecológicos (Bohlke et al, 1978).
Apesar das estimativas
quanto ao número de espécies existentes em ambientes de água doce, apenas cerca
de 2.400 já foram descritas (Lowe – McConnell, 1999) o que serve para ilustrar
a carência de conhecimento a respeito da nossa ictiofauna.
Os referidos autores comentam ainda que a integridade física, química e biológica dos corpos d’água tem sido continuamente ameaçada e, em alguns casos destruída. O conhecimento da situação original de tais ambientes, antes de qualquer perturbação, não está disponível na maioria das vezes, e os estudos atuais são quase sempre conduzidos em sistemas sujeitos a algum grau de modificação.
Araújo (1996) traz que o conhecimento dos peixes de água doce do Brasil ainda é incipiente, apesar de possuirmos um dos maiores conjuntos de bacias hidrográficas do mundo e com maior diversidade de espécies. Cada bacia possui sua própria fauna, com maior ou menor número de espécies semelhantes devido a fatores ecológicos, zoogeográficos, históricos ou mesmo pela influência do homem através de programas de repovoamento ou introdução de novas espécies.
Segue abaixo alguns registros feitos no andamento do monitoramento da ictiofauna:
terça-feira, 29 de setembro de 2020
PROGRAMA DE MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ÁGUA
Esse programa consiste em realizar coletas periódicas de amostras de água do rio em locais estratégicos, com a finalidade avaliar a qualidade ambiental da água e se possam vir ocorrer interferência de fontes poluidoras ou dos trabalhos de instalação da PCH.
Como o programa é feito?
Com uma frequência trimestral o pessoal da MF Consultoria Ambiental, vai a até os pontos estratégicos de amostragem, onde a CGH Limoeiro está sendo construída, e realiza a coleta de amostras de água, essas amostras são enviadas para um laboratório credenciado que executa várias análises e emite laudos com os resultados.
Esses resultados são comparados à parâmetros disponíveis na legislação ambiental, junto ao cálculo de índices de qualidade tais como, IQA (índices de qualidade da água) e IET (Índice de estado trófico), para ser assim possível verificar os padrões de qualidade do rio.
Caso haja alterações no parâmetros e nos índices, devem ser propostas medidas e ações que visem identificar as fonte poluidoras, para evitar e mitigar essas influências negativas sobre a qualidade da água.
Dessa forma com o acompanhamento periódico da qualidade da água é possível também conhecer as condições ambientais do rio (no local) pois antes da instalação do empreendimento até a operação esse monitoramento da água deve ser continuado, possibilitando acompanhar ao longo do tempo o “comportamento” da qualidade da água.
Dessa forma esse programa objetiva manter a qualidade da água e identificar caso ocorra poluição ambiental nesse recurso tão importante.
terça-feira, 15 de setembro de 2020
segunda-feira, 24 de agosto de 2020
Importância da energia elétrica no Brasil
Sabe-se que Brasil é um dos países mais abundantes em água do mundo, temos uma imensa quantidade de rios, Essa abundância em recursos, proporciona na maioria dos casos bom aproveitamento na produção de energia sem afetar os outros usos da água.
A energia hídrica ou hidráulica, é a obtenção de energia elétrica através do que chamamos de potencial hidráulico de um rio.
A energia potencial é considerada a força da água do rio, basicamente essa água passa pelas tubulações até as turbinas da usina com muita força e velocidade. Nesse processo a energia potencial é transformada em energia mecânica, que movimenta um gerador ligado as turbinas esse produz a energia elétrica.
Para aproveitar esse potencial do rio e transformá-lo em eletricidade, são desenvolvidos estudos por diversas empresas em variadas áreas, tais como, estudos de viabilidade, econômica, ambiental, social e energética, para que seja desenvolvido um projeto personalizado com planta que atenda a demandas das áreas estudadas.
Vantagens e desvantagens da energia hidrelétrica:
Considerando o aumento cada vez maior das atividades humanas e a explosão do crescimento populacional no mundo nas últimas décadas, faz-se cada vez mais necessário encontrar novas fontes energéticas, de modo que atenda a todas as pessoas. Uma forma de produção de energia extremamente eficaz é a energia hidrelétrica, já bastante utilizada em muitos lugares em todo o mundo. Fique por dentro das vantagens e desvantagens desta forma de energia.
quinta-feira, 9 de julho de 2020
Educação Ambiental
"Entendem-se por educação ambiental os processos por meio dos quais o indivíduo e a coletividade constroem valores sociais, conhecimentos, habilidades, atitudes e competências voltadas para a conservação do meio ambiente, bem de uso comum do povo, essencial à sadia qualidade de vida e sua sustentabilidade."
Política Nacional de Educação Ambiental - Lei nº
9795/1999, Art 1º.
A educação ambiental está em constante
diálogo com a sociedade. A escola, portanto, tem a obrigação de formar cidadãos
conscientes. Isto é, que saibam reconhecer os problemas da comunidade ou do
mundo; e que tenham espírito comunitário para agir ‘contra’ esses problemas.
Uma prática pedagógica mais voltada para a educação ambiental é, então, uma das
bases para reduzir os grandes problemas sociais, ambientais e econômicos que o
mundo sofre hoje em dia.
Para que haja uma verdadeira educação
ambiental é necessária a entrada dos conceitos da sustentabilidade, muitos
estudiosos da área afirmam que a fase da vida mais importante para o
desenvolvimento da cidadania é a infância.
Numa prática educativa voltada para a
consciência ambiental, as crianças aprenderiam sobre várias questões, como por
exemplo: como usar os recursos naturais de forma responsável, qual é a
importância da natureza na vida do homem, como devem ser separados os resíduos
de casa, etc.
Na educação ambiental a teoria apenas
não basta, é fundamental que os alunos vejam na prática como usar o que
aprenderam na sala de aula. Levem as crianças a refletirem sobre as questões
ambientais, incentivo em projetos pedagógicos e em atividades extracurriculares
mais voltadas a conscientização dos problemas que a natureza sofre e como
resolvê-los, chamar toda a sociedade com a intenção de mobilizar um espírito
comunitário e solidário na própria sociedade, etc.
O governo também tem um papel
essencial na aplicação dessas práticas educativas na escola. Ele pode fazer
leis, mudar as grades curriculares das escolas da rede pública, iniciar
projetos de sustentabilidade aplicados a educação, etc.
A educação ambiental, então, é capaz de formar cidadãos conscientes sobre os
problemas do meio ambiente. Somente essa educação pode criar perspectivas para
uma mudança real dessas dificuldades mundiais. Mas para que haja essa formação
é indispensável à união do governo, da sociedade e da escola.
Os objetivos da educação ambiental,
portanto, não estão relacionados à improvável supressão do efeito do homem
sobre o meio, mas na busca da harmonia de suas ações com o ecossistema.
Para tanto, ela trabalha com as
seguintes metas:
Promoção de conscientização e da
sustentabilidade ao meio ambiente;
Desenvolvimento do conhecimento e da compreensão dos problemas ambientais;
Motivação para ações de melhorias e manutenção da qualidade ambiental;
Engajamento nas atividades que levem à resolução dos problemas;
Importante dizer ainda que a educação
ambiental não defende um ponto de vista particular. Ela ensina os indivíduos
sobre como avaliar os diversos aspectos envolvidos na resolução de um problema
e a buscar a melhor solução
possível dentro do contexto existente.
A CGH Limoeiro tem em seu escopo de monitoramento ambiental durante a fase da instalação, o programa de comunicação social e educação ambiental. Esse visa divulgar informações de cunho ambiental, e realizar a comunicação junto a sociedade interessada. sendo que o presente blog faz parte das ações de educação e comunicação ambiental da CGH.
quinta-feira, 18 de junho de 2020
Central Geradora Hidrelétrica - CGH
O que é uma CGH?
CGHs ou Centrais Geradoras
Hidrelétricas são pequenas usinas que utilizam a força e pressão da água para
gerar energia elétrica. São hidrelétricas de pequeno porte, como as Pequenas
Centrais Hidrelétricas (PCH), porém com capacidade e tamanho ainda mais
reduzidos.
Enquanto as PCHs podem ter potências entre 5 (cinco mil quilowatts) e 30MW, as CGHs podem ter potências
entre 0 e 5MW.
Estrutura da CGH:
A estrutura das
CGHs é semelhante à das PCHs, com a diferença de que, por terem estruturas e
potências menores, a barragem – quando existe – geralmente não tem o objetivo
de armazenamento de água, mas apenas garantir a operação da tomada d’agua.
Então, a estrutura
da CGH pode ter uma barragem ou não, tem-se os condutos forçados e os
reguladores de entrada de água como válvulas e comportas (os hidromecânicos), a
casa de máquinas onde se localizam os equipamentos como turbinas, geradores e
painéis de regulação e controle da usina e também uma estrutura para devolver a
água para o rio.
A agua é captada
do rio através da tomada d’agua e levada por tubulações – condutos forçados –
para as turbinas. A pressão exercida pela água no rotor da turbina – parte
interna da turbina – faz com que ele gire, causando o movimento de um eixo.
Esse movimento de eixo gira o rotor do gerador – parte interna do gerador – que
transforma a energia mecânica do movimento em energia elétrica. Após passar por
dentro da turbina, a água é devolvida para o rio.
Qual a vantagem de investir em usinas menores como
as CGHs?
Para a construção das CGHs há uma
dispensa de concessão, permissão ou autorização. Portanto a burocracia para
construção de uma hidrelétrica com capacidade inferior a 5MW é muitíssimo menor
do que as com maior capacidade.
Nesse caso, os procedimentos para
construção de uma CGH estão mais relacionados as Licenças Ambientais, porém,
como o tamanho e a capacidade da usina são reduzidos, os impactos ambientais
também são. Por isso, há uma facilidade em conseguir a documentação junto aos órgãos
ambientais competentes – em comparação com as usinas maiores.
Outro benefício de investir em uma CGH
é o custo muito mais baixo, devido a sua estrutura reduzida. O efeito disso é a
descentralização da produção de energia, tornando possível que investidores
privados também participem do setor.









